Parágrafo Curatorial da Festa Online de encerramento do Festival

Curadora Jhenny Santine


Elementos centrais: Arte, militânca, mulheres negras e periféricas, autonomia


A curadoria da Festa Online, construída por Jhenny Santine, prioriza o movimento de mulheres DJS negras e periféricas. Mulheres que articulam em seus territórios a busca por autonomia e a partilha de seus conhecimentos. Arte e militância aqui se encontram para que se torne possível dançar mesmo em tempo sombrios. Festejar a nossa força, a nossa luta e o potencial de mudança. Não há revolução sem dança, sem corpo, sem movimento e sem música. Seja no quintal de casa, no fluxo ou no baile, festejar a vida é necessário. A festa acontece no encerramento do evento com a presença de três DJs.



O projeto curatorial, por Jhenny Santine


São mulheres que moldaram caminhos de autonomia

através da música, carregando muitas histórias em

suas bagagens, sempre imprimindo em sua arte os

aprendizados colhidos nessas estradas

E já que a proposta é falar sobre Mulheres em travessia

nada melhor que agregar para o nosso time, essas

mulheres, que navegam pela a vida levando ritmo,

swing e felicidade por onde passam.”



As DJs e seus TERRITÓRIOS:

DJ Bieta (RJ) , DJ Aline Vargas (Jardim Miriam) e DJ Miria Alves (Itaim Paulista).

DJ Bieta é artista multimídia, produtora cultural, dançarin e pesquisadora das múltiplas culturas.

DJ Aline Vargas é educadora social, militante feminista e LGBTQIAP+ e das relações étnico-raciais.

DJ Miria Alves, com 10 anos de carreira, possui uma bagagem musical extensa e é referência na cena Hip Hop brasileira.



Jhenny Santine



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