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DE CURTAS

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PARA CONHECER O PARÁGRAFO CURATORIAL DE ANNA ANDRADE

PROGRAMAÇÃO

24 a 30 de abril | 17h00

Realizadoras de várias regiões do país discutem necropolítica, amor, surdez, vida com deficiência, feminismo negro, solidão e pandemia.

Curadora do Eixo: Anna Andrade

YÁ, ME CONTE HISTÓRIAS | Carine Fiúza

À BEIRA DO PLANETA MAINHA SOPROU A GENTE | Bruna Castro e Bruna Barros

 

NOTÍCIAS DE SÃO PAULO | Priscila Nascimento

 

SEREMOS OUVIDAS | Larissa Nepomuceno

CARTA PARA O FUTURO | Bruna Tavares

THINYA | Lia Letícia

REPÚBLICA | Grace Passô

26/04 | 14h00 | Roda de Conversa 

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Convidades: Carine Fiuza, Bruna Barros e Bruna Castro, Priscila Nascimento, Larissa Nepomuceno, Bruna Tavares, Lia Letícia e Grace Passô

Mediação: Anna Andrade

Onde? no YouTube do Mulheres na Travessa

OBS: Programação sujeita a alterações

_____REALIZADORA

Carine Fiúza é radialista e mestranda em Comunicação pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

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_____OBRA

"YÁ, ME CONTE HISTÓRIAS"

SINOPSE

Há dias trancada em casa, Elisa começa a sofrer os efeitos da quarentena imposta pela pandemia do Corona Vírus. A hora de dormir já não é um bom momento desde que parou de sonhar. Mas uma história contada por sua mãe a fará atravessar o oceano Atlântico, rumo a África, sem sair de casa. No sonho ela passa a identificar valores e elementos da cultura Yorubá no seu lar.

2020, João Pessoa - PB. Experimental. Livre. 7’ 52’’.

FICHA TÉCNICA

Roteiro, direção, fotografia e montagem: Carine Fiúza

Som direto e trilha sonora: Leonardo Zulu

Elenco: Elisa Fiúza e Carine Fiúza

_____REALIZADORAS

Bruna Barros é multiartista e tradutora. Duas das várias mãos que fizeram "Amor de Ori" (2017). Produtora do curta-metragem "Pra Jorrar" (2018), co-dirigido por Bruna Castro e Camila Florentino. Duas das quatro mãos que bordaram "à beira do planeta mainha soprou a gente" (2020). Pesquisa e faz Tradução Afrodiaspórica no grupo de pesquisa Traduzindo no Atlântico Negro (UFBA). Mexe com as imagens, com as palavras e com o que mais aparecer.

Bruna Castro é realizadora audiovisual, montadora e diretora de espetáculos performáticos. Graduanda em Bacharelado Interdisciplinar em Artes com concentração em Cinema e Audiovisual, na UFBA. Em 2018 co-dirigiu o curta-metragem “Pra Jorrar”, resultado de experimentações em vídeo-performance com Camila Florentino. Em 2020 lançou o curta documental “à beira do planeta mainha soprou a gente”, filme autobiográfico que co-dirigiu com Bruna Barros. Foi integrante do grupo de pesquisa em cinema baiano, vi-Vendo Imagens (2018-2019) e do grupo de pesquisa Poéticas e Narrativas Audiovisuais Contemporâneas (2017-2018), tendo como principal objeto de pesquisa a colaboratividade e afetividade dentro de coletivos audiovisuais baianos. Integra o grupo de experimentos performáticos “Granadás“ e através dele dirigiu os espetáculos “O Grito das Passaranhas” (2016) e “Correnteza” (2019).

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_____OBRA

"À BEIRA DO PLANETA MAINHA SOPROU A GENTE"

SINOPSE

Através de imagens de arquivo pessoal e reflexões sobre as ambivalências que às vezes se imprimem em relações cheias de amor, "à beira do planeta mainha soprou a gente" apresenta recortes de afeto entre duas sapatonas e suas mães.

​2020, Salvador - BA. Documentário. Livre. 13’ 18”.

FICHA TÉCNICA

Direção: Bruna Barros e Bruna Castro

Roteiro: Bruna Barros e Bruna Castro

Produção: Bruna Barros e Bruna Castro

Fotografia: Bruna Barros e Bruna Castro

Som: Bruna Barros e Bruna Castro

Montagem: Bruna Barros e Bruna Castro

Imagens adicionais: Juh Almeida

Música: “Sun Rays Like Stilts”, Tommy Guerrero.

Licenciada para o filme por A Train Entertainment.

_____REALIZADORA

Priscila Nascimento é graduanda em cinema e audiovisual na universidade Federal de Pernambuco, Diretora e roteirista dos filmes Noite Fria e fim de um mundo. Atua como montadora e sonidista.

Diana Nascimento - Priscila Nascimento.p
Diana Nascimento - Priscila Nascimento.p

_____OBRA

"NOTÍCIAS DE SÃO PAULO"

SINOPSE

Notícias de São Paulo é um curta metragem documental que faz registros digitais de uma família enquanto questiona o passado. Buscando encontrar rastros de origem e memória, reconstruindo rostos em conversas com quem ainda lembra o que logo vai ser esquecido. Costurado em uma carta que relata saudade e uma questão em comum em várias gerações.

​2019, São Paulo - SP. Documentário. Livre. 11’ 47’’

 

FICHA TÉCNICA

Roteiro, Direção, Montagem, Som: Priscila Nascimento

_____REALIZADORA

Larissa Nepomuceno é roteirista e diretora cinematográfica, formada em Cinema pelo Centro Europeu, formada em Artes Visuais pela UFPR e mestranda em Educação pela mesma universidade. Em seus filmes aborda temas que perpassam direitos humanos, pautas identitárias e o lugar da mulher na sociedade. Seus documentários, produzidos durante o curso de cinema, fizeram grande carreira em festivais. O primeiro, Megg - A Margem que Migra para o Centro (2018), recebeu 9 prêmios em 71 festivais pelo mundo e Seremos Ouvidas (2020) recebeu 7 prêmios em 52 festivais nacionais até então. Está atualmente desenvolvendo uma série documental sobre feminismo surdo.

Seremos Ouvidas - Still (1) - Larissa Ne
Seremos Ouvidas - Still (1) - Larissa Ne

_____OBRA

"SEREMOS OUVIDAS"

SINOPSE

"Seremos Ouvidas" foi meu projeto de conclusão de curso, no curso de Cinema. Portanto, realizado com equipe iniciante, pouca estrutura e nenhum tipo de financiamento. Sou feminista, no entanto nunca tinha ouvido falar sobre o feminismo surdo. Tive contato com o tema durante uma aula de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), na qual eu tinha aula com um professor surdo. Ao não encontrar material abundante sobre a temática, nem ao menos um filme que tratasse especificamente do assunto, me propus a desenvolver o projeto desse documentário. É um filme do qual tenho grande orgulho e foi feito através de muitas mãos: minha equipe que me trouxe diversas referências; Giuliano Robert, um amigo fotógrafo e surdo que me auxiliou a pensar a fotografia do filme; e, claro, as três mulheres surdas que aceitaram participar e me adicionaram a um grupo de mulheres surdas no Facebook, aonde pude conhecer histórias de outras mulheres surdas e compreender melhor quais temas e queixas eram mais recorrentes. O filme tem tido ótima recepção, uma vez que já circulou por 52 festivais sem ainda ter feito estréia internacional e, a partir dele, consegui aprovação em um edital para desenvolver uma série documental sobre feminismo surdo, podendo agora me aprofundar ainda mais no tema.

2020, Curitiba - PR. Documentário. Livre. 12’ 55’’.

 

FICHA TÉCNICA

Elenco: Celma Gomes, Klicia Campos, Gabriela Grigolom

Roteiro e Direção: Larissa Nepomuceno

Produção: Larissa Nepomuceno, Lucía Alonso, Lucas Veiga

Produção Executiva: Gil Baroni

Direção de Fotografia: Lucía Alonso, Eduardo Sanches, Rodrigo Franco

Direção de Arte: Lucas Veiga

Som Direto: Cristiano Vaz

Desenho de Som: Carmen Agulham

Montagem: Larissa Nepomuceno, Lucas Teixeira, Fábio S. Thibes

Consultoria: Giuliano Robert

_____REALIZADORA

Bruna Tavares Formada em História, com experiências de trabalho na rede pública e privada. É sócia fundadora da Pajeú Filmes, produtora de conteúdo audiovisual e produção cultural. Atualmente trabalha na área de pesquisa, produção, formação e realização audiovisual e cultural. Assina como produtora os curta-metragem Cine São José (2018) e Palloma (2015), e é coordenadora pedagógica da Aquilomba – Seminário de Cinema Negra do Nordeste.

Carta_Frame_1_1.5.1 - Formação MPC.jpg
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_____OBRA

"CARTA PARA O FUTURO"

No futuro talvez seja diferente

SINOPSE

Uma mulher negra, por volta dos seus 30 anos, nunca cidade do sertão de Pernambuco, vivendo o isolamento social resolve escrever uma carta para o futuro. Em suas palavras reflexões sobre o momento atual e principalmente, sobre como a 400k da capital pernambucana ela sente a crise política, econômica e social que estamos vivendo. Mesmo tendo como elemento chave a pandemia de Covid 19, os ataques a cultura, a democracia e a sua existência (como mulher negra)

são permanentes e chegam a todos os cantos do estado. No Pajeú não seria diferente. Ela sente. Diante da impotência da distância das instituições de poder, ela escreve. Quem sabe alguém uma dia leia, e perceba o quanto esses outros espaços fazem parte do complexo que é ser brasileiro e viver no Brasil nesse momento tão decisivo. O filme foi produzido durante o isolamento social, em junho de 2020, com incentivo do Projeto Narrativas Periféricas para o fim desse mundo - Coquevídeo/IMS.

​2020, Afogados da Ingazeira - PE. Documentário. Livre. 03’ 35’’

 

FICHA TÉCNICA

Argumento, Roteiro, Direção, Produção, Narração:

Bruna Tavares

Captação de som, Fotografia, Montagem, Mixagem:  William Tenório

_____REALIZADORA

Grace Passô - Atriz, dramaturga e diretora. Como atriz, atuou nos filmes PRAÇA PARIS, de Lúcia Murat (Melhor atriz no Festival de Cinema do Rio) TEMPORADA, de André Novais (Candango melhor atriz no Festival de Brasília e Festival de Turim, Itália) e NO CORAÇÃO DO MUNDO, de Gabriel Martins e Maurílio Martins. Dirigiu VAGA CARNE (a partir de texto teatral de sua autoria) e o curta REPÚBLICA (Candango Premio da Critica Festival de Brasilia e ABRACCINE). Recebeu diversos prêmios no teatro, dentre eles: APCA, Shell SP e RJ, Questão de Critica e Prêmio Leda Maria Martins.

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_____OBRA

"REPÚBLICA"

SINOPSE

Brasil, 2020. A pandemia evidencia a necropolítica que opera no país e a sociedade vive uma crise ética em meio a um governo que é a exata expressão do poder colonialista. República é um curta metragem realizado em casa, com estrutura caseira, durante o início da quarentena de 2020, no centro da cidade de São Paulo, Brasil.

​2020, São Paulo - SP. Ficção. Livre. 15’ 30’’

 

FICHA TÉCNICA

Direção/Roteiro/Atuação: Grace Passô
Direção de Fotografia/Som/Montagem: Wilssa Esser

Correção de Cor: Bruno Schiavon

Finalização: Clandestino Post

_____REALIZADORA

Lia Letícia pensa seu trabalho a partir de um campo ampliado de arte, na tensão entre práticas artísticas e a sua pretensa autonomia. A construção e conflitos advindos dessa reflexão engendram suas obras. Artista visual, natural de Viamão/RS, muda para Olinda/PE no final da década de 90 e explora a pintura em diversos suportes, inclusive o audiovisual, e investiga as relações entre este e a performance. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. Seus trabalhos transitam entre festivais de cinema e exposições de arte, multiplica esta experiência através de ações como o Cinecão ou como artista educadora em projetos de experimentação audiovisual, como a Escola Engenho. Também colabora como diretora e montadora em trabalhos de artistas visuais, coordena coletivamente projetos da Galeria Maumau e faz parte do CARNI- Coletivo de Arte Negra e Indígena. Atualmente finaliza dois curtas, co-roteiriza e co-dirige a segunda temporada da série Bras.

FRAMETHINYA 8 (1) - Lia Leticia.tiff
FRAMETHINYA 8 (1) - Lia Leticia.tiff

_____OBRA

"THINYA"

SINOPSE

Minha primeira viagem ao velho mundo. Minha fantasia aventureira após colonial. [Um discurso muda uma imagem?]

​2019, Recife - PE. Experimental. Livre. 16’ 09’’

 

FICHA TÉCNICA

Realização: Cinecão Roteiro e Direção: Lia Letícia, Narração: Thinya Fulni-ô (Maria Pastora), Produção Executiva, Consultoria de Roteiro e Direção de Produção: Clarice Hoffmann, Direção de Fotografia: Francisco Baccaro, Montagem: André Sampaio Design de Som e Som Direto: Thelmo Cristovam, Trilha Sonora Original: Claudio N, Edição de Som e Mixagem: Nicolau Domingues, Colorista: Pablo Nóbrega, Tradução para Yaathê: Raryson de Freitas e Txale Fulni-ô (Djalma Marques), Revisão de Tradução: Wilke Torres de Melo, Ilustrações e Design Gráfico: Daniela Brilhante, Assistência de Direção: Caio Sales e Tayho Fulni-ô (Bruno Matos), Assistência de Produção: Mia Aragão e Nodjadja Fulni-ô (Expedito Lino), Assistência de Montagem: Bia Baggio e Pedro Kiua, Assistência de Set: Maktxoso (Marciana Souza Torres) e Thales Ferreira, Assistente de Edição de Som: Caio Domingues, Músicos (Música Incidental), Maraca e Voz: Djik Fulni-ô (Cícero de Brito), Buzo: Naltxowa (Manoel Sarapó dos Santos), Buzo: Fitxya (Francisco Ribeiro da Silva), Voz: Madjonkya (Jairlene Ferraz de Siqueira), Voz: Yoonahle (Cilene Amorim), Voz: Lidiene Amorim, Vozes em alemão: Karin Von Schmalz, Audiodescrição: Com Acessibilidade Comunicacional, Masterização: dubColor, Autoração: Unimaster.

CURADORA DO EIXO_____